FERNANDA ALVAREZ
The Dreamer's Heart, 2025
Técnica mista com pó de diamante sobre tela.
Mixed media with diamond dust on canvas
Mixed media with diamond dust on canvas
100 x 120 cm
39 3⁄8 x 47 1⁄4 in
39 3⁄8 x 47 1⁄4 in
© Fernanda Alvarez
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Sempre me interessou a ideia de que algumas das coisas mais poderosas da vida não podem ser vistas. O amor. A fé. A imaginação. A esperança. A magia. Vivemos em...
Sempre me interessou a ideia de que algumas das coisas mais poderosas da vida não podem ser vistas. O amor. A fé. A imaginação. A esperança. A magia.
Vivemos em um mundo que nos ensina a buscar respostas, lógica e certezas. Mas talvez sejam justamente as coisas invisíveis que sustentam aquilo que realmente importa. Existe uma parte de nós que nunca deveria crescer completamente: a parte que continua acreditando, sonhando e enxergando possibilidades onde o mundo insiste em mostrar limites.
Essas obras nascem desse lugar. Falam sobre preservar o encantamento, proteger aquilo que desperta a alma e continuar imaginando novos mundos mesmo quando a realidade parece pedir o contrário. Sobre compreender que sonhar também é um ato de fé. E que amar talvez seja também. Porque ambos exigem acreditar em algo antes mesmo de poder tocar.
Talvez seja por isso que eu veja o amor como uma espécie de frequência invisível. Uma força capaz de atravessar, conectar e transformar tudo ao redor.
Porque talvez a magia nunca tenha sido sobre escapar da realidade. Talvez ela sempre tenha sido sobre a maneira como escolhemos viver.
E talvez o amor seja a forma mais próxima que temos da magia.
Vivemos em um mundo que nos ensina a buscar respostas, lógica e certezas. Mas talvez sejam justamente as coisas invisíveis que sustentam aquilo que realmente importa. Existe uma parte de nós que nunca deveria crescer completamente: a parte que continua acreditando, sonhando e enxergando possibilidades onde o mundo insiste em mostrar limites.
Essas obras nascem desse lugar. Falam sobre preservar o encantamento, proteger aquilo que desperta a alma e continuar imaginando novos mundos mesmo quando a realidade parece pedir o contrário. Sobre compreender que sonhar também é um ato de fé. E que amar talvez seja também. Porque ambos exigem acreditar em algo antes mesmo de poder tocar.
Talvez seja por isso que eu veja o amor como uma espécie de frequência invisível. Uma força capaz de atravessar, conectar e transformar tudo ao redor.
Porque talvez a magia nunca tenha sido sobre escapar da realidade. Talvez ela sempre tenha sido sobre a maneira como escolhemos viver.
E talvez o amor seja a forma mais próxima que temos da magia.