FERNANDA ALVAREZ
Rebirth Of Light, 2025
Técnica mista com folha de ouro sobre tela.
Mixed media with gold leaf on canvas.
Mixed media with gold leaf on canvas.
120 x 120 cm
47 1⁄4 x 47 1⁄4 in
47 1⁄4 x 47 1⁄4 in
© Fernanda Alvarez
Fui a única brasileira convidada a expor no Egyptian Museum no Cairo. 'Rebirth of Light' nasce inspirada por uma das simbologias mais poderosas da antiga civilização egípcia: o escaravelho. Mais...
Fui a única brasileira convidada a expor no Egyptian Museum no Cairo. "Rebirth of Light" nasce inspirada por uma das simbologias mais poderosas da antiga civilização egípcia: o escaravelho.
Mais do que um símbolo, ele representava transformação, renascimento e o movimento contínuo da vida. Associado a Khepri, divindade ligada ao nascer do sol, o escaravelho carregava a ideia de renovação, da luz que retorna e da força invisível capaz de impulsionar novos ciclos.
Nesta obra, o ouro surge não apenas como matéria, mas como presença. Ao longo da história egípcia, o ouro era associado ao eterno, ao divino e àquilo que transcende o tempo. Entre folhas de ouro, cores vibrantes e símbolos ancestrais, Rebirth of Light fala sobre esse encontro entre matéria e espírito, entre passado e transformação.
Existe algo profundamente humano na ideia de renascimento. A vida nos atravessa em ciclos constantes de fim e recomeço. Partes de nós se encerram para que outras possam nascer. Talvez por isso essa obra fale, acima de tudo, sobre luz. Não apenas a luz que ilumina, mas a luz que desperta.
Porque algumas transformações acontecem em silêncio. E antes de serem vistas, são sentidas.
Toda luz, antes de iluminar o mundo, precisa primeiro nascer dentro.
Mais do que um símbolo, ele representava transformação, renascimento e o movimento contínuo da vida. Associado a Khepri, divindade ligada ao nascer do sol, o escaravelho carregava a ideia de renovação, da luz que retorna e da força invisível capaz de impulsionar novos ciclos.
Nesta obra, o ouro surge não apenas como matéria, mas como presença. Ao longo da história egípcia, o ouro era associado ao eterno, ao divino e àquilo que transcende o tempo. Entre folhas de ouro, cores vibrantes e símbolos ancestrais, Rebirth of Light fala sobre esse encontro entre matéria e espírito, entre passado e transformação.
Existe algo profundamente humano na ideia de renascimento. A vida nos atravessa em ciclos constantes de fim e recomeço. Partes de nós se encerram para que outras possam nascer. Talvez por isso essa obra fale, acima de tudo, sobre luz. Não apenas a luz que ilumina, mas a luz que desperta.
Porque algumas transformações acontecem em silêncio. E antes de serem vistas, são sentidas.
Toda luz, antes de iluminar o mundo, precisa primeiro nascer dentro.